terça-feira, 31 de maio de 2011

Propaganda da Semana

Por Carla Franco


Ah, as propagandas...

Há tantas engraçadas e interessantes, não acham?
Em "memória" às que nos foram marcantes, toda semana postaremos propagandas antigas que provavelmente vocês não lembram mais, mas que já se divertiram muito assistindo-as.
A propaganda dessa semana é a da Brahma com aquele sirizinho do "nã nã nã nã"... ah, vai dizer que não lembra?!




Houve outras continuações, inclusive com uma tartaruga, mas a primeira foi a que marcou!





quinta-feira, 26 de maio de 2011

Mamãe, eu quero! ( Parte II )


“Ferramenta eficaz, o garçom sabe o que faz!”

“A procura pelo corte perfeito acabou.”


“Caneta Bic: criatividade nota 10”

“Porta-café-da-manhã”











Não sei vocês, mas mesmo que essas invenções tivessem
 o pior slogan do mundo (tipo os daí de cima) ... MAMÃE, EU QUERO!

Famosos: Grandes aliados da propaganda (01)

Por Lorena Dias


Como já foi dito no post anterior, uma ótima tática publicitária é a utilização que fazem da imagem de pessoas famosas com o produto que querem anunciar. Para isso, os publicitários escolhem pessoas que se fazem presentes na mídia, e que, provavelmente, tenham haver com a imagem que se quer passar do produto. E, pensando nisso, que, há muito tempo, o “garoto” propaganda da Brahma é o Zeca Pagodinho.
O Zeca é tido pela mídia como grande conhecedor e adorador de cerveja. Nos shows que faz, está sempre com um copo de cerveja na mão, e nas suas entrevistas não nega a sua preferência pela bebida. Dessa forma, sua imagem sempre esteve vinculada a cerveja, mesmo sem antes ter feito propaganda de nenhuma das indústrias que fabricam a bebida. Ele se tornar o “garoto” propaganda da Brahma, foi algo quase natural, “caiu como uma luva”.



No entanto, existem as exceções, e Sandy ter se tornado a garota propaganda da Devassa, foi uma dessas exceções, algo completamente inesperado, mas um tanto intencional. Intencional porque o choque que essa relação causou no público, serviu para que a propaganda da nova cerveja fosse um sucesso, e que a mesma passasse a ser conhecida por um número maior de pessoas. Mas quem saiu ganhando nessa relação não foi apenas a cerveja.



A princípio, a imagem de Sandy com uma cerveja “devassa” nada tinha haver. Ela sempre foi aquela garota meiga, irmã do Júnior, ídolo do público infantil, cuja carreira começou desde que era bem pequena. Mas ela cresceu, separou-se profissionalmente do seu irmão, deixou de ser a Sandy do Júnior, e passou a ser apenas a Sandy. Desde então, ela busca desvincular-se da imagem inocente que todos tinham dela, demonstrar e provar que cresceu, e nada melhor do que vincular sua imagem com uma cerveja de nome “devasso”. Como diz o próprio slogan da propaganda, “todo mundo tem um lado devassa”, e, nesse caso, Sandy provou que não é excessão.

Atração Publicitária

Por Daniela Cunha

Há muito tempo que a gente não vê propaganda que só diga detalhes sobre o produto e pare por ai, hoje em dia vai bem além de só vender uma marca ou produto, antes da propaganda ser lançada acontece uma longa pesquisa sobre o que vai se oferecer, e quem é desejado como consumidor, depois de todos os detalhes muito bem analisados chega a hora que os publicitários usam sua incrível e invejável criatividade e partem para a sedução do consumidor, e eles dominam como poucos essa arte.
Por exemplo, na publicidade televisiva o consumidor depara-se com uma espécie de projeção dele mesmo, de seus sonhos e desejos, essa é mais uma grande jogada publicitária para envolver seus consumidores, fazendo com que essas pessoas achem o produto em questão atraente e acreditem que de fato é importante tê-lo, desejo de consumo ativado, começa a corrida para conquistar os tão sonhados produtos, sonhos esses que podem realmente fazer parte da pessoa, ou alguns novos, conseqüência de um tipo de “lavagem cerebral” publicitária. E para conseguir tamanha influência sobre seus consumidores da para perceber que a publicidade é bem mais emotiva do que objetiva e racional diferente do que por muito tempo se pensou.
Outra tática super inteligente dos publicitários é ligar a imagem e prestígio de uma personalidade famosa a uma marca, depois de botar essa “estrela” ao lado do seu produto não é preciso muito esforço para que ele venda bastante e seja um sucesso e grande parte do mérito é da pessoa que esta ligada a marca e não necessariamente do próprio objeto que a propaganda deseja promover, mas quando são unidos qualidade e os aspectos positivos do produto e uma “carinha famosa” é a verdadeira fórmula do sucesso. E para que essa junção dê certo é necessário também que o perfil da personalidade combine com a proposta que o produto quer vender, existe um cuidado para que o consumidor não entenda errado essa proposta.
E a cada dia a gente ver mais e mais propagandas super elaboradas e agora mais do que nunca temos a certeza que por trás delas existe uma grande equipe de publicitários que fazem uma vasta pesquisa para tornar o produto que deve ser oferecido cada vez mais atraente as pessoas e finalmente convencê-las a consumi-los, “COMPREM JÁ”, esse é o verdadeiro objetivo.




Gisele Budchen, garota propaganda da Colcci: imagine quantas meninas usaram       roupas da Colcci e se sentiram uma top model?





Vale de Tudo para convencer o consumidor !


Anúncios, anúncios, anúncios ...

Por Veralúcia Gramacho

Nos dias de hoje as propagandas já se tornaram tão comuns que não imaginaríamos nossas vidas sem elas. Devido ao grande número de propagandas que vemos todos os dias, não percebemos o quanto elas nos influenciam, e terminamos ficando mais consumistas do que nós já somos. As propagandas estão em todos os lugares, desde o ônibus que pegamos até quando ligamos a TV das nossas casas. É impossível passar um dia sem ver ao menos uma propaganda. Isso acontece devido às novidades que chegam ao mercado e junto com elas novas propagandas são criadas, para que nós, consumidores, nos sintamos atraídos por tal novidade e em seguida compra-las, é assim que funciona o meio da publicidade: a arte que te seduz.



quarta-feira, 25 de maio de 2011

Anúncios, cores e consumidores.


Por Carla Franco

Você pode não saber, mas as cores podem sim ajudar ou atrapalhar um anúncio publicitário. Elas podem contribuir para chamar muita atenção ou repelir os olhares a um outdoor, por exemplo. Através dos estudos do Prof. Modesto Farina, fundador do Curso de Publicidade e Propaganda da ECA USP e primeiro Livre-Docente da área no Brasil, podemos saber quais as sensações que as cores podem causar no ser humano. É claro que as sensações podem variar de pessoa para pessoa, porém, em geral, este foi o resultado:
VERMELHO: Aumenta a atenção, é estimulante, motivador. Indicado para uso em anúncios de artigos que indicam calor e energia, artigos técnicos e de ginástica.
LARANJA: Indicado para as mesmas aplicações do vermelho, com resultados um pouco mais moderados.
AMARELO: Visível à distância, estimulante. Cor imprecisa, pode produzir vacilação no indivíduo e dispersar parte de sua atenção. Não é uma cor motivadora por excelência. Combinada com o preto pode ter resultados eficazes e interessantes. Geralmente indicada para aplicação em anúncios que indiquem luz, é desaconselhável seu uso em superfícies muito extensas.
VERDE: Estimulante, mas com pouca força sugestiva; oferece uma sensação de repouso. Indicado para anúncios que caracterizem o frio, azeites, verduras e semelhantes.
AZUL: Possui grande poder de atração; é neutralizante nas inquietações do ser humano; acalma o indivíduo e seu sistema circulatório. Indicado em anúncios que caracterizem o frio.
ROXO: Acalma o sistema nervoso. Pode ser utilizado em anúncios de artigos religiosos, em viaturas, acessórios funerários etc. Para dar a essa cor maior sensação de calor, deve-se acrescentar vermelho; de luminosidade, o amarelo; de calor, o laranja; de frio o azul; de arejado o verde.
PÚRPURA E OURO: Cores representativas do valor e dignidade. Devem ser aplicadas em anúncios de artigos de alta categoria e luxo.
MARROM: Esconde muito a qualidade e o valor e, portanto, pouco recomendável em publicidade.
VIOLETA: Entristece o ser humano, não sendo, portanto, muito bem visto na criação publicitária.
CINZA: Indica discrição. Para atitudes neutras e diplomáticas é muito utilizado em publicidade.
PRETO: Deve ser evitado o excesso em publicações a cores, pois tende a gerar frustração.
AZUL E BRANCO: Estimulante, predispõe à simpatia; oferece uma sensação de paz para produtos e serviços que precisam demonstrar sua segurança e estabilidade.
AZUL E VERMELHO: Estimulante da espiritualidade; combinação delicada e de maior eficácia na publicidade.
AZUL E PRETO: Sensação de antipatia; deixa o indivíduo preocupado; desvaloriza completamente a mensagem publicitária e é contraproducente.
VERMELHO E VERDE: Estimulante, mas de pouca eficácia publicitária. Geralmente se usa essa combinação para publicidade rural.
VERMELHO E AMARELO: Estimulante e eficaz em publicidade. Por outro lado as pesquisas indicam que pode acusar opressão em certas pessoas e insatisfação em outras.
AMARELO E VERDE: Produz atitude passiva em muitas pessoas, sendo ineficaz em publicidade. Poderá resultar eficaz se houver mais detalhes coloridos na peça.
A partir daí, entendemos então que tudo na publicidade tem um significado; um motivo, nada está lá por acaso. O conjunto de recursos que compõem uma propaganda estão interligados em harmonia a fim de causar o máximo de atenção e interesse ao consumidor.
Um bom exemplo disso é a rede de lanchonetes McDonald’s: após diversas pesquisas, constatou-se que o vermelho e o amarelo podem causar a sensação de fome no indivíduo. Outro exemplo é a Coca-Cola, que com suas pesquisas chegou à conclusão de que a cor vermelha é a que mais chama atenção na escala de cores. E, de certa forma, essas duas empresas acertaram, visto a tamanha popularidade e aceitação delas na sociedade.




 E você? O que sente quando vê determinadas cores?




Mamãe, eu quero! ( Parte I )




Por Carla Franco

Vivemos em um mundo de amplo mercado consumidor e de ampla produção. O resultado disso só poderia ser um: comprar, comprar, comprar! Os meios de comunicação se transformaram em verdadeiras vitrines irresistíveis de vestimentas, brinquedos, alimentos, bebidas... além de serem os “divulgadores de tendências e conceitos”. Diante de tantos “compre, veja, queira, mude”, os consumidores passaram a buscar os produtos não só pelo seu valor funcional, como também pelo seu status na sociedade, pelo seu diferencial, pela sensação emocional de tê-lo... ou seja, a linguagem publicitária teve de “ralar” para captar a atenção das pessoas e as pessoas tiveram que “correr” para adquirir determinado produto.
No entanto, eu me pergunto: quão trabalhoso deve ser informar a função e, ao mesmo tempo, mostrar como alguém será feliz com o produto anunciado? Diante disso, encontrei entre os e-mails que circulam por aí invenções fantásticas e muito úteis. Imagino que seus slogans seriam mais ou menos assim:

“Fatias tortas nunca mais!”
“Guarda-chuva personalizado: mais um acessório para combinar com seus sapatos!”

“A extinção do divórcio chegou.”

“Crianças, seus problemas acabaram!”
“Câmera à prova d’água? Eu tenho, e você?!”

“Apoiador de página: agora sim sua vida está completa.”


“Ferramenta eficaz, o garçom sabe o que faz!”




continua...
                                                                                                             

quinta-feira, 19 de maio de 2011

A tal linguagem que seduz



Por Lorena Dias


Ao contrário do que todos pensam a publicidade não impõe à sociedade os seus produtos, ela seduz os consumidores através de alguns mecanismos que deixam esses produtos atraentes para serem consumidos. Dentre esses mecanismos de sedução, a gente pode destacar a linguagem publicitária, que busca sempre persuadir e convencer os consumidores.
Antigamente, a linguagem publicitária tinha a função apenas de informar o preço e as condições dos produtos. A partir da década de 60, isso mudou, e ela passou a anunciar não somente o produto, mas tudo aquilo que o produto representa à sociedade. Atualmente, compra-se o símbolo, a idéia, a marca, e não, propriamente, o produto.
Utilizando do modo imperativo, as pessoas são ordenadas de forma direta a consumir. “Compre, use, beba”, são ordens comuns feitas pelos anúncios publicitários. Esses também usam de persuasão, exaltando as qualidades do produto, dizendo que ele é o melhor, que só ele é capaz de proporcionar determinada coisa. E, principalmente, de sedução, prometendo abundância, progresso, lazer, beleza, juventude, entre outros.
Através desses artifícios ela trabalha em cima do individualismo do consumidor, direcionando a propaganda a depender do público. Quando se trata de um produto voltado para a “massa”, por exemplo, são usados termos mais coloquiais para compor a linguagem. Quando esse produto é voltado para o publico infantil, é comum aparecerem palavras no diminutivo, ou quando se trata do público adolescente as gírias e o chamado “internetês” são os mais utilizados.
 Além disso, ela trabalha também em cima do produto que se deseja divulgar. A publicidade comercial estimula os sonhos, desejos e um universo perfeito. Já a publicidade política busca apresentar os valores éticos e sociais. Mas, independente do tipo, a linguagem publicitária constrói seus argumentos com a intenção de convencer as pessoas de forma consciente ou inconsciente, utilizando procedimentos como: poesia, música, teatro, imagem familiar, entre outros.
Agora, com toda essa explicação, fica fácil identificar a linguagem publicitária, não é mesmo?

                                                                                                             

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Se deixe seduzir.

Olá galera! O blog SEDUZIR É UMA ARTE foi criado para a realização de um trabalho da faculdade. O blog é atualizado por 6 meninas que cursam o primeiro semestre de publicidade e jornalismo. Estamos nos divertindo fazendo e espero que divirtam-se também, e claro: SE DEIXEM SEDUZIR.