Por Carla Franco
Vivemos em um mundo de amplo mercado consumidor e de ampla produção. O resultado disso só poderia ser um: comprar, comprar, comprar! Os meios de comunicação se transformaram em verdadeiras vitrines irresistíveis de vestimentas, brinquedos, alimentos, bebidas... além de serem os “divulgadores de tendências e conceitos”. Diante de tantos “compre, veja, queira, mude”, os consumidores passaram a buscar os produtos não só pelo seu valor funcional, como também pelo seu status na sociedade, pelo seu diferencial, pela sensação emocional de tê-lo... ou seja, a linguagem publicitária teve de “ralar” para captar a atenção das pessoas e as pessoas tiveram que “correr” para adquirir determinado produto.
No entanto, eu me pergunto: quão trabalhoso deve ser informar a função e, ao mesmo tempo, mostrar como alguém será feliz com o produto anunciado? Diante disso, encontrei entre os e-mails que circulam por aí invenções fantásticas e muito úteis. Imagino que seus slogans seriam mais ou menos assim:
“Fatias tortas nunca mais!”
“Guarda-chuva personalizado: mais um acessório para combinar com seus sapatos!”
“A extinção do divórcio chegou.”
“Câmera à prova d’água? Eu tenho, e você?!”
“Apoiador de página: agora sim sua vida está completa.”
“Ferramenta eficaz, o garçom sabe o que faz!”
continua...








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